Pular para o conteúdo principal

Dra. Viviane Felici – Neurologista em Presidente Prudente / SP

Exame de sangue para diagnóstico de Alzheimer p-tau217

Sim! Hoje já existem exames de sangue que ajudam a identificar sinais da doença de Alzheimer. 

Um dos avanços mais recentes é o exame que mede uma proteína chamada p-tau217. Ela aumenta no sangue de pessoas com as alterações típicas do Alzheimer no cérebro. 

O exame é feito com uma coleta de sangue, como qualquer exame de rotina. Ele ajuda o médico a investigar se as alterações de memória de uma pessoa podem estar relacionadas à doença. 

Mas atenção: o exame de sangue não funciona sozinho. O diagnóstico depende de uma avaliação médica, que considera os sintomas, a história do paciente e outros exames, quando necessários. 

Esses novos exames são um avanço importante. Eles podem tornar a investigação mais simples em algumas situações. E, em Presidente Prudente, já é possível fazê-los em alguns laboratórios. 

A seguir, vamos explicar o que é o p-tau217, se ele consegue confirmar o diagnóstico, quem deve fazer o exame, como é feita a investigação completa e onde ele está disponível. 

Qual médico investiga Alzheimer e esquecimentos?

Foto da Dra Viviane Felici, neurologista

Sou a Dra. Viviane Felici, médica neurologista, especialista em esquecimentos e demências. Atendo no meu consultório particular em Presidente Prudente.

Neste artigo, explico de forma simples como funcionam os exames para detectar Alzheimer, inclusive o exame de sangue p-tau217.

Na minha consulta, ouço com calma e explico tudo sem pressa. A investigação começa com uma conversa e é feita sob medida para cada paciente.

Cada caso é único. Meu objetivo é esclarecer suas dúvidas, entender a causa dos esquecimentos e orientar os próximos passos com acolhimento, para você e para a sua família.

Se você, ou alguém que você ama, está com esquecimentos que preocupam, procure uma avaliação especializada.

Agende sua consulta e investigue com segurança e tranquilidade.

O que é o exame de sangue p-tau217? 

O exame p-tau217 mede, no sangue, uma forma alterada de uma proteína chamada tau. 

Ilustração explicando o que é a proteína tau alterada

A tau existe naturalmente no cérebro. Ela funciona como as travessas de uma linha de trem, aquelas peças que mantêm os trilhos firmes no lugar. Dentro das células nervosas, ela ajuda a manter a estrutura por onde passam os nutrientes. 

Na doença de Alzheimer, a tau se altera e se acumula dentro das células. É como se as travessas saíssem do lugar e os trilhos entortassem. O “trem” não passa direito, e a célula perde a função. 

Imagem de um neurônio saudável e um com proteína tau fosforilada acumulada

Uma das formas alteradas dessa proteína é a p-tau217. Parte dela chega ao sangue e é isso que o exame mede. Os níveis dela no sangue acompanham o acúmulo de placas de beta-amiloide no cérebro, outra marca do Alzheimer.  

A principal vantagem é a simplicidade: basta uma pequena amostra de sangue, como num exame de rotina. 

Assim, o p-tau217 oferece uma nova forma de procurar sinais da doença sem precisar, inicialmente, de procedimentos mais invasivos, como a punção lombar ou o PET. 

O exame p-tau217 consegue confirmar o diagnóstico de Alzheimer? 

Em alguns casos, sim, ele pode ajudar a confirmar. Mas só quando o teste é de alta qualidade e é pedido para a pessoa certa. 

Em 2025, a Alzheimer’s Association publicou novas diretrizes sobre os exames de sangue para Alzheimer. Elas dizem que: 

  • Alguns testes servem como triagem, ou seja, ajudam a decidir quem precisa seguir investigando. 
  • Outros, que atingem critérios muito rigorosos, podem substituir o PET amiloide ou o exame do líquor em pacientes selecionados. 

Isso não quer dizer que qualquer teste de p-tau217 faça isso. Só os que provaram ter essa precisão. 

Esquema mostrando o que cada resultado do teste p-tau217 significa

O que significa um resultado positivo? 

Significa que o exame encontrou sinais da doença de Alzheimer no cérebro. 

É como um detector de fumaça que apitou. Ele avisa que há fumaça, mas não diz de onde vem e nem o tamanho do incêndio. Por isso, o resultado positivo precisa ser analisado junto com os sintomas da pessoa e, às vezes, com outros exames. 

O que significa um resultado negativo? 

Em um teste confiável, significa que o Alzheimer é pouco provável como causa dos esquecimentos. 

Mas atenção: o esquecimento continua existindo.  

Outros tipos de demência, depressão, sono ruim, problemas na tireoide e efeito de remédios também podem causá-lo. Um resultado negativo apenas muda o rumo da investigação. 

Por que nem todos os exames de p-tau217 têm a mesma precisão? 

Porque cada laboratório mede essa proteína de um jeito. 

É como pesar a mesma fruta em balanças diferentes. Algumas são de alta precisão, outras nem tanto. O resultado pode mudar conforme a tecnologia usada e o valor que cada laboratório define como “positivo”. 

Por isso, o mesmo número pode ter significados diferentes em laboratórios diferentes. 

Ilustração mostrando a diferença entre os pesos ao mudar a balança, exemplificando a diferença entre os exames de sangue e laboratório

Alguns testes medem só o p-tau217. Outros medem também a beta-amiloide. 

É como ter uma ou duas testemunhas. Com uma só, a história pode deixar dúvida. Com duas contando a mesma coisa, a conclusão fica mais firme. 

Testes que combinam os dois marcadores, como o Precivity AD2, podem dar uma resposta mais completa. O Precivity AD2 combina a dosagem de p-tau217 com a razão entre dois tipos de beta-amiloide. Essa combinação costuma deixar menos resultados na “zona cinzenta”, aqueles que não são claramente positivos nem negativos. 

Isso não quer dizer que um teste seja sempre melhor que o outro. Quem decide qual faz mais sentido é o médico, de acordo com cada caso. 

Por que o resultado precisa ser interpretado pelo médico? 

Porque o exame é uma peça do quebra-cabeça, não a imagem completa. 

Esses testes foram pensados para pessoas que já têm queixas de memória.  

Em quem não tem sintoma nenhum, o resultado pode confundir mais do que ajudar. Algumas doenças, como problemas nos rins, também podem alterar o valor. Um número solto pode assustar sem necessidade ou tranquilizar sem motivo.

Na consulta, eu junto o exame com a sua história, o seu exame neurológico e os testes de memória. Só assim ele faz sentido. 

Quem deve fazer o exame de sangue para Alzheimer? 

O exame é indicado principalmente para quem já tem sintomas e está em investigação com o médico. 

Ele não serve para “ver se vai ter” no futuro. Serve para ajudar a entender o que está acontecendo agora. 

É como uma lupa: ela ajuda a examinar com mais detalhe algo que já chamou a atenção. Se não há nada para examinar, a lupa não tem muito o que mostrar. 

Idoso com esquecimento

Pessoas com queixas de memória e alterações na avaliação cognitiva 

Esquecer um nome ou onde deixou as chaves de vez em quando é comum. Mas, quando o esquecimento começa a atrapalhar o dia a dia, vale investigar. 

Aqui, o exame pode ajudar quando a queixa vem acompanhada de alterações nos testes de memória e raciocínio feitos na consulta. Ou seja, não basta sentir que está esquecendo: o médico precisa ver sinais na avaliação. 

Pessoas com comprometimento cognitivo leve 

O comprometimento cognitivo leve é uma fase em que a memória ou o raciocínio já estão um pouco abaixo do esperado, mas a pessoa ainda consegue cuidar da sua rotina. 

Nem todo caso evolui para demência. Em alguns, a causa é o Alzheimer; em outros, não. O exame ajuda a descobrir qual é o caso, e isso muda o acompanhamento e o tratamento. 

Pessoas com suspeita de demência, quando há indicação médica 

Quando os sintomas já são mais evidentes e o médico suspeita de demência, o exame pode ajudar a esclarecer se o Alzheimer é a causa. 

Isso importa porque existem vários tipos de demência, e cada um pede um cuidado diferente. Saber a causa certa é como acertar o endereço antes de pegar a estrada. 

Quem não deve fazer o exame

O p-tau217 não é recomendado como rastreamento de rotina em pessoas saudáveis, sem queixas. 

Também não é indicado só porque existe histórico de Alzheimer na família. Ter um parente com a doença não significa que o exame seja necessário, nem que você terá o mesmo problema. 

Sem sintomas, o resultado pode trazer mais dúvidas do que respostas. Um exame alterado numa pessoa sem queixas, por exemplo, pode causar muita angústia, sem que ainda exista um sinal real de doença. 

Se você tem dúvidas sobre a sua memória, ou a de alguém da família, o primeiro passo é conversar com um médico. Ele vai avaliar se o exame faz sentido para o seu caso. 

INDICADONÃO INDICADO
Queixa de memória com alteração nos testesPessoas sem queixas, como rastreamento
Comprometimento cognitivo leveApenas por ter história na família
Suspeita de demência, com indicação médicaAntes de uma avaliação médica

Como é feito o diagnóstico de Alzheimer? 

O diagnóstico de Alzheimer é como montar um quebra-cabeça: não depende de uma única peça, e sim de várias juntas. 

O exame de sangue ajuda, mas é só uma parte desse caminho.  A avaliação do neurologista é o principal.

Médica neurologista fazendo consulta com idosa acompanhada da filha

1. Conversa e história clínica 

Tudo começa com a conversa. Eu quero entender o que mudou, desde quando e como isso atrapalha o dia a dia. 

Por isso, a presença de um familiar na consulta ajuda muito. Muitas vezes, quem convive com o paciente percebe coisas que ele mesmo não nota. 

2. Avaliação da memória e de outras funções 

Memória é só uma parte do cérebro. Também avalio atenção, linguagem, orientação e raciocínio. 

Isso importa porque o Alzheimer nem sempre começa só pela memória. 

3. Testes cognitivos 

São testes simples, feitos na consulta, com perguntas e pequenas tarefas. Eles mostram em números e em detalhes como o cérebro está funcionando. 

É como medir a pressão: dá uma medida objetiva do que a conversa sozinha não mostra. 

4. Exames de sangue para outras causas 

Antes de pensar em Alzheimer, preciso descartar outras causas de esquecimento. Depressão, ansiedade, falta de vitamina B12, problemas na tireoide e alterações nos rins ou no fígado podem causar sintomas parecidos, e muitas têm tratamento. 

5. Exames complementares 

Dependendo de cada caso, posso pedir outros exames. Nem todo paciente precisa de todos eles. Cada investigação é montada sob medida. 

Fluxograma de como é a investigação dos esquecimentos

Quais outros exames podem ajudar a identificar o Alzheimer? 

Cada exame responde a uma pergunta diferente. Eles não são melhores ou piores entre si, e a escolha depende de cada caso. 

Tomografia Computadorizada ou Ressonância magnética do cérebro 

É uma “fotografia” do cérebro. Mostra o tamanho e a estrutura dele e ajuda a descobrir outras causas para os sintomas, como AVC ou tumor. 

Ilustração que mostra o tamanho do cérebro normal x com Alzheimer

Exame do líquor 

O líquor é o líquido que protege o cérebro e a medula. Para colhê-lo, é feita uma punção na região lombar. 

Ele funciona como uma “amostra de água do rio”: mostra o que está circulando perto do cérebro, inclusive marcadores do Alzheimer. 

PET FDG 

PET FDG de paciente com Alzheimer
Fonte: https://www.scielo.br/j/dn/a/Y4dhXzC8PcfFk9bBy4f3K9B/?lang=en

Mostra como o cérebro está funcionando, e não como ele é por fora. O exame mede o consumo de açúcar, que é o combustível das células nervosas. 

Imagine uma cidade vista do alto, à noite. As regiões com as luzes acesas estão trabalhando bem. As regiões “apagadas” estão trabalhando menos. 

Esse exame é um marcador de neurodegeneração, que costuma acompanhar o início das dificuldades cognitivas. Ele ajuda a diferenciar o Alzheimer de outros tipos de demência, já que cada doença apaga regiões diferentes. É um dos PETs de acesso mais fácil. 

PET amiloide 

Fonte: https://jnm.snmjournals.org/content/63/Supplement_1/13S

Esse exame procura a proteína beta-amiloide, que se acumula no cérebro de quem tem Alzheimer. É como procurar o “lixo” que se acumulou. 

Ter amiloide no cérebro, sozinho, não confirma o Alzheimer, porque as placas também aparecem em outras doenças. Por isso, o resultado é sempre interpretado junto com os sintomas. 

No Brasil, esse exame está disponível em grandes centros urbanos, principalmente nas capitais, e costuma ter custos elevados. Com isso, ele fica reservado para situações específicas. 

Cada exame tem o seu papel

  • Ressonância: mostra a estrutura do cérebro. 
  • PET FDG: mostra o funcionamento do cérebro. 
  • PET amiloide e líquor: mostram sinais biológicos do Alzheimer. 
  • Exame de sangue (p-tau217, em alguns testes junto com a beta-amiloide): mostra esses mesmos sinais, de forma mais simples. 
ExameO que mostraÉ invasivo?Acesso
Ressonância / TomografiaEstrutura do cérebroNãoAmplo
PET FDGFuncionamento do cérebroInjeção, com radiaçãoMais fácil entre os PETs
PET amiloideAcúmulo de amiloideInjeção, com radiaçãoConcentrado em grandes centros
LíquorMarcadores no líquido do cérebroSim, punção lombarMenos comum
Sangue (p-tau217 e beta-amiloide)Sinais biológicos do AlzheimerNãoEm expansão

Nem todo paciente precisa de todos eles. Eu escolho os exames conforme a dúvida que preciso esclarecer em cada caso. 

O exame de sangue para Alzheimer já está disponível no Brasil? 

Entrevista da Dra Viviane M. Felici, neurologista, para TV Band a respeito do exame PRECIVIT AD2

Sim. E em Presidente Prudente, já é possível fazer em alguns laboratórios, como eu falo no vídeo acima.

Hoje existem no Brasil diferentes testes de sangue para investigar o Alzheimer. Os nomes parecem complicados, mas o que importa é saber que eles não são todos iguais. 

Alguns dos que já existem: 

  • PrecivityAD2: combina marcadores de beta-amiloide e tau, e a análise é feita nos Estados Unidos. Foi o primeiro a chegar ao país, em 2023.  
  • Lumipulse G pTau 217 Plasma: mede a p-tau217 e foi regularizado pela Anvisa em agosto de 2026. 
  • Elecsys pTau217: também aprovado pela Anvisa em 2026, foi pensado para rodar em laboratórios de rotina. 
  • p-tau217 pela tecnologia SIMOA: é outro método já usado no país.  

Pense em quatro marcas de aparelho de pressão. Todas medem a pressão, mas cada uma tem seu jeito de medir. O resultado de um teste não pode ser comparado diretamente com o de outro. Por isso, se for repetir o exame, o ideal é usar o mesmo teste e o mesmo laboratório.  

Alguns pontos importantes: 

  • Precisa de pedido médico: Não é um exame para fazer por conta própria. 
  • O valor varia bastante, conforme o teste e o laboratório. 
  • Cobertura: por enquanto, o exame é feito na rede particular, sem cobertura dos planos de saúde e sem oferta pelo SUS. 

Essas informações mudam rápido. Converse com o seu médico sobre qual teste faz sentido para o seu caso. 

Perguntas frequentes sobre o exame de sangue para Alzheimer 

Um exame de sangue normal descarta Alzheimer? 

Depende de qual exame de sangue estamos falando. 

Exames de sangue de rotina 

Hemograma, vitamina B12, tireoide, glicose e outros exames comuns não detectam o Alzheimer. Se eles estiverem normais, isso não descarta a doença. 

Eles servem para outra coisa: procurar causas que também provocam esquecimento e que têm tratamento. É como verificar se a lâmpada queimou antes de suspeitar da fiação. 

Exame p-tau217 negativo 

Esse sim procura sinais do Alzheimer. Quando vem negativo, em um teste confiável, o Alzheimer fica pouco provável como causa dos sintomas. 

Quem tem histórico familiar de Alzheimer deve fazer o exame p-tau217? 

Não. 

Ter um parente com Alzheimer não significa que você terá a doença, nem que precisa do exame. Se não há queixas, ele não é recomendado. 

Se você está preocupado, o melhor é conversar com o seu médico. 

É possível detectar Alzheimer antes dos primeiros sintomas? 

As alterações no cérebro podem começar anos antes dos sintomas, mas o exame não é indicado para quem não tem queixas. 

Hoje ele é usado para investigar quem já tem sintomas. Em pessoas sem queixas, o resultado pode causar muita angústia, sem que exista ainda um sinal real de problema. 

É como encontrar uma pequena rachadura numa parede que nunca deu problema: pode ser que nunca cause nada. 

O exame de sangue substitui a ressonância magnética? 

Não. Cada um responde a uma pergunta diferente. 

O exame de sangue procura sinais biológicos do Alzheimer.  

A ressonância mostra a estrutura do cérebro e ajuda a achar outras causas dos sintomas. Muitas vezes, os dois se complementam. 

O exame de sangue para Alzheimer está disponível pelo SUS ou pelo convênio? 

Ainda não. Mas isso pode mudar com o tempo.  

Os planos só são obrigados a cobrir o que está na lista de procedimentos da ANS, a agência que regula os planos de saúde. O SUS depende de uma análise do Ministério da Saúde.  

Quando um exame novo chega, ele costuma levar um tempo até entrar nessas listas. 

Leia também:

Medo de Ter Alzheimer: Como Saber se Seu Esquecimento É só Estresse ou Algo Mais?

Quando procurar um neurologista? Descubra se está na hora de agendar sua consulta

Primeiro exame de sangue para Alzheimer com registro na Anvisa chega ao Brasil: veja quem pode fazer, quanto custa e o que o resultado revela

Quais exames detectam a doença de Alzheimer? Como funciona o diagnóstico

Esquecimentos, demência e Alzheimer: quando se preocupar e como um neurologista pode ajudar

Derrame, AIT e AVC: Tudo o Que Você Precisa Saber para Proteger Seu Cérebro

Dor de cabeça ou enxaqueca? Descubra as causas e quando procurar um Neurologista

Tratamento da Enxaqueca e Cefaleia Tensional: o que realmente funciona

Tremor ou tremedeira: saiba quando é normal e quando pode ser Parkinson

Convulsão e Epilepsia: o que é, sintomas, causas e tratamento

Tontura e Vertigem: O Que Pode Ser, Causas, Sintomas e Tratamentos

Aneurisma Cerebral: sintomas, riscos e quando a dor de cabeça merece atenção

Desmaio (Síncope): causas, sintomas e quando procurar um neurologista

Tratamento de Parkinson e Parkinsonismos: o que realmente funciona

Formigamento e Dormência: Quando se Preocupar?

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *